terça-feira, 30 de julho de 2013

Dilma Rousseff não acredita em Deus


Como é possível a representante do povo mais católico do mundo não acreditar em Deus? 

Ao invés disso, ela afirma com muito receio na voz e com imenso atrapalho que acredita numa força ainda superior ao Deus que lhe foi perguntado, uma deusa mulher. 

Não é necessário ser conhecedor das técnicas de linguagem corporal para perceber o embaraço e desconforto com que involuntariamente ela disse o que não devia e tentou remediar, alias o próprio jornalista parece tentar acertar os pontos ligando a crença que ela diz ter numa deusa mulher a figura da nossa senhora, questionando qual das versões, enumerando algumas, por exemplo nossa senhora da graça, da luz, etc e enquanto ele arruma a confusão que ficou sobre as crenças, eis que a Dilma lembra-se da nossa senhora da boa MORTE. 

Simplesmente muito estranho e é exactamente por isso que vale a pena ver, ouvir e questionar. Reparem também no momento em que ela verbaliza a deusa, o gesto que faz com as mãos.


Ora então quem é essa deusa mulher, que a actual presidente que trouxe o papa ao Brasil venera? 

Acho que a maneira mais directa de responder a essa questão é dizer simplesmente que, essa deusa mulher é a mesma que há anos e anos circula representada no dinheiro de vários países e existente em monumentos de todo o mundo.

                                              HISTÓRIA

Esta é uma pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830, com a queda de Carlos X. Liberdade guia o povo por cima dos corpos dos derrotados, levando a bandeira da Revolução francesa em uma mão e brandindo um mosquete com baioneta na outra.

Delacroix retratau a Liberdade, tanto como figura alegórica de uma deusa como uma mulher robusta do povo, uma abordagem que os críticos contemporâneos denunciaram como "ignóbil". O monte de cadáveres actua como uma espécie de pedestal de onde a Liberdade passa, descalça e com os seios nus, de lona e no espaço do espectador.

A pintura inspirou a Estátua da Liberdade, em Nova York, que foi dado para os Estados Unidos como um presente dos franceses, 50 anos depois do quadro ter sido pintado.

 
A estátua, que segura uma tocha na mão, tem uma posição mais estável, ao contrário da mulher na pintura.

Foi um presente dado por Napoleão III, como prémio aos Estados Unidos após uma batalha vencida contra a Inglaterra. Com a queda do Imperador Napoleão III, em 1871, revitalizou-se a ideia dum presente aos Estados Unidos. Em julho daquele ano, Bartholdi fez uma viagem aos Estados Unidos e encontrou o que ele julgava ser o local ideal para a futura estátua - uma ilhota na baía de Nova Iorque, posteriormente chamada Ilha da Liberdade.

Cheio de entusiasmo, Bartholdi levou avante seus planos para uma imponente estátua. Tornou-se patente que ele incorporara símbolos daMaçonaria em seu projeto - a tocha, o livro em sua mão esquerda, e o diadema de sete espigões em torno da cabeça, como também a tão evidente inspiração ligada à deusa Sophia, que compõem o monumento como um todo. Isto, talvez, não era uma grande surpresa, visto ele ser maçom. Segundo os iluministas, por meio desta foi dado "sabedoria" nos ideais da Revolução Francesa. O presente monumental foi, portanto, uma lembrança do apoio intelectual dado pelos americanos aos franceses em sua revolução, em 1789.


Semíramis foi uma bela rainha mitológica que segundo as lendas gregas e lendas persas reinou sobre a Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia, Egito e toda a Ásia, durante mais de 42 anos, foi fundadora da Babilônia e de seusjardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz.

Semíramis fora esposa de Ninrode, um dos primeiros homens mais poderosos do mundo (Gênesis 10:8-12), que inaugurou a cidade bíblica de Babel. Ninrode é um personagem biblico descrito como o primeiro poderoso na terra (Génesis 10:8; 1 Crónicas 1:10). Filho de Cush, que era filho de Cam, que era filho de Noé.

Ninrode desejava reunir toda a humanidade em torno de si e construir uma torre que chegasse aos céus, com o argumento de ninguém ser tragado por um dilúvio novamente, manterem-se unidos e serem conhecidos por gerações (Gênesis 11:4). Com a grande estatura da torre,Ninrode tornou-se conhecido como "príncipe dos céus". 

Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. 

Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas. Já Semíramis ficou conhecida como "rainha dos céus", nome de uma divindadeOriente Médio durante a Idade Antiga.

Cam, filho de Noé, havia tido um filho chamado Cush que desposara Semiramis. Cush e Semiramis tiveram então um filho chamado Ninrode (também conhecido por Ninus ou Nimrod). O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".

Um monstro político-religioso que se afastou de Deus e começou a grande apostasia profana (religião alternativa) e bem organizada (nicolaismo), que tem dominado o mundo até hoje.


Depois da morte de seu pai (Cam), Ninrode pratica incesto, casando-se com a sua mãe (Semírames) e tornara-se um rei poderoso. Foi ele o fundador do sistema político competitivo e imperial babilônico, cujas raízes deram origem a muitos sistemas políticos de que a História nos conta e que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. A Semiramis também foi atribuída a construção dos jardins suspensos da Babilônia. Ele organizou o primeiro reino deste mundo.

Quando Ninrode foi morto prematuramente, Semiramis propagou a doutrina maligna que Ninrode tinha subido ao céu e que sobrevivera como um ente espiritual (criou o mito da sua sobrevivência pós-morte), alegando que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida (doutrina de reencarnação ou de outras vidas). Esse pinheiro era o símbolo vivo da passagem de Ninrode para outra forma de vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento (Ninrode) ela (Semíramis) alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes (oferendas) nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal" e da prática de se dar "PRESENTES"!

Assim surgiu a antiga fábula babilônica de que de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz! Assim, a Árvore-sempre-viva era um elemento simbólico predominante no culto prestado a essa divindade e o seu uso com madeiro para queimar em cerimônias anuais tinha com intenção estimular o deus-sol em declínio quando ele atinge o solstício de Inverno.

Mais tarde, Semírames, tivera um filho, ilegítimo, concebido “sem pecado”, a quem chamara Tamuz, também conhecido porBaal. Semiramis divulgou que ele era Ninrode reencarnado. Quando Tamuz morreu, num acidente de caça, Semiramis igualmente proclamou que aquele havia subido aos céus e se tornara Deus.

O pinheiro era a árvore preferida de Tamuz, filho de Ninrode e de Semiramis, a deusa virgem babilônica (Ezequiel 8:14-18). A árvore representava Ninrode reencarnado em Tamuz!

Assim Semírames é mãe e esposa de Ninrode e a mãe e avó materna de Tamuz (a reencarnação de Ninrode).



A grande mãe, Semiramis, era figurada como A Rainha dos Céus com o filho, Tamuz, nos braços. Várias religiões antigas contam este fato. Os nomes podem variar, mas a estória é a mesma. Esta religião, começada com Semiramis, tornou-se mãe de todas as religiões do mundo oriental. Numerosos monumentos babilônicos mostram a deusa-mãe Semiramis com o filho nos braços. O culto desta figura (mãe e filho) disseminou-se, sob diversos nomes, por todo o mundo antigo. Semiramis e Tamuz, Isis e Hórus, Maria e Jesus.


O filho era exibido apenas como uma criança nos braços da mãe, enquanto que os artistas se aplicavam em favorecer a imagem da mãe, tentando mostrar a beleza exótica atribuída a Semiramis durante a sua vida. Beleza, força, sabedoria, orgulho indomável, resolução inquebrantável e voluptuosidade eram os seus atributos principais.

Na antiguidade caldaica, 25 de Dezembro era conhecido pelo dia da criança, o dia do nascimento de Tamuz, o deus do sol. A noite anterior era a “noite da mãe”, em honra de Semiramis, hoje “véspera de Natal”.

O nome Semiramis é a forma helenizada do nome sumério "Sammur-amat" ou "dádiva do mar (Iemanjá)." Também era conhecida por Ishtar que deu a palavra "Easter" (Páscoa) e Este (onde nasce o Sol). Os ritos da Primavera, 9 meses antes do nascimento do Sol do Inverno, foram os precursores da Páscoa da cristandade. Os Romanos chamavam-na (Semiramis) Astarte e os Fenícios usavam Asher.

Se realmente o Senhor Jesus tivesse nascido no dia 25 de dezembro, sem dúvida seria o representante ideal, e não precisaria de uma outra figura. Porém, é o Papai Noel que está em destaque, e não o Senhor Jesus; é o Papai Noel quem move a festa, a quem se atribui a distribuição dos presentes - uma grande mentira - pois, até as crianças sabem de onde vem o dinheiro do presente. Mas, ele é tido como benfeitor e amigo de todos (como Mitra), simplesmente porque o Papai Noel é a reencarnação de Baal, Apolo, Osíris, Mitra, Ninrode ....



"Em nome de deus..." - Porque morreu o Papa João Paulo I?



David Yallop escreveu o livro “Em Nome de Deus” (1984) que propõe a teoria de que o papa João Paulo lestava em "perigo potencial" por causa da corrupção no Istituto per le Opere religiöse (IOR, Instituto de Obras Religiosas, vulgarmente conhecido como o Banco do Vaticano).

O Banco do Vaticano perdeu cerca de um quarto de bilhão de dólarese cabeças rolaram por isso, pois a igreja não perde dinheiro nunca.

O Papa João Paulo I - nascido Albino Luciani – teve morte súbita 33 dias após sua eleição como Papa em 28 de setembro de1978. Seu reinado de 33 dias está entre os mais curtos na história papal.

De 1958 até 1964, Malachi Martin serviu em Roma como um padre jesuíta, onde ele era um colaborador próximo e realizou muitas missões sensíveis para o famoso jesuíta cardeal Augustin Bea e Papas João XXIII e Paulo VI. Mudou-se para Nova York e se tornou um escritor de best-sellers de ficção e não-ficção.

Martin fez a primeira referência explícita a um ritual diabólicorealizado em Roma em 1990 em seu best-seller não-ficção sobre a geopolítica e o Vaticano no livro “ The Keys of This Blood” .

Martin não tinha medo de contar o que sabia, começando com a cumplicidade do Vaticano com os "ratlines" nazistas que lhes ajudou a fugir para a América do Sul, em troca de ouro roubado de suas vitimas. O livro abrange também em generosos detalhes todo o escândalo do Banco do Vaticano, a política do Vaticano II, a infiltração da KGB no coração da Cúria e seu uso de "teologia da libertação", e contra movimentos do Vaticano na Europa Oriental, dando uma aparência muito interessante sobre as finanças do Vaticano e as forças que realmente governam a Igreja.

Padres católicos ditos “satanistas” como Sean Fortune e Bernard J. Lane praticavam uma forma de religião mais diabólica.

Na verdade, eles realizaram o que Martin se referia como "o culminar de ritos do anjo caído" - ou seja, o estupro de crianças do sexo masculino. Neste cenário horroroso a criança tornava-se através do sacrifício, um substituto para Cristo (quem seria cristo?).

A política da Igreja sobre a proteção deste culto foi escrito pelo Cardeal Alfredo Ottaviani , em 1962, e foi destinado a ser um documento secreto interno do Vaticano apenas para ser lido por bispos e cardeais da Igreja de Roma, mas uma cópia deste documento vazou por um insider do Vaticano e foi parar na rede CBS News que relatou o seguinte:

“O documento, uma vez que "guardadas nos arquivos secretos" do Vaticano, incide sobre crimes iniciados como parte da relação confessional, e o que ele chama de "pior crime": "assalto sexual cometido por um padre" ou "tentada por ele com jovens de ambos os sexos ou com animais irracionais. Bispos são instruídos a buscar esses casos "da forma mais sigilosa ... contido por um silêncio perpétuo ... e todos (incluindo a suposta vítima) ... a observar o segredo mais estrito, que é comumente considerado como um segredo do Santo Ofício ... sob pena de excomunhão ". 

Nada mais é que um manual de instruções sobre como enganar e como proteger os pedófilos. Quando a CBS informou sobre a existência deste documento secreto, prelados católicos alegaram que o documento estava restrito a crimes sexuais cometidos na confissão (isto é, os padres abordando sexo durante o sacramento católico da confissão).

Então sacerdotes satânicos eram protegidos por um bispo sob esta política de confissão? A resposta é = sim.

A jornalista irlandesa Alison O'Connor relata em seu livro Mensagem do Céu (2000) que, quando Bispo Comisky foi inicialmente exposto para proteger o padre satanista Sean Fortune em 1998, ele alegou que ele não poderia tomar nenhuma ação efetiva no assunto, porque as situações envolvidas em questão são protegidas pelo “ato de confissão” o que o prendia pela política da igreja de permanecer em silêncio sobre o assunto.

Mais surpreendentemente, o autor Martin relata que havia um “segredo” e não especificado, entre a Santa Sé e um “órgão misterioso” = Maçonaria - que todos os papas desde Pio IX assinaram e selaram essa união. Desde então Estados Pontifícios barganham com a Maçonaria permitindo que o Vaticano continue a existir como uma potência política e econômica no mundo. Martin ainda acusou Paul IV de ser um membro Loja Maçônica além de outros membros da cúria romana.

Malachi Martin

O Padre Malachi Martin via pouca diferença entre homossexualidade e pedofilia, neopaganismo e satanismo em seus relatos. 

O que de repente, tornou-se indiscutível que agora durante estes últimos papados a organização católica romana carregava uma permanente presença de clérigos que apresentavam e apresentam comportamentos bizarros –sem distinção de hierarquia – podendo ser bispos, padres - meninos sodomizando uns aos outros, freiras que realizam "Ritos de magia negra" de Wiccas e que vivem em relações lésbicas todos os dias, inclusive aos domingos e dias santos além de atos de perversão e indiferença com suas crenças cometidos e permitidos em altares sagrados por homens que eram denominados de “homens santos” por anos e anos e que muitos de vocês beijaram suas mãos...

Tanto quanto se sabe, o padre Martin nunca se retratou em qualquer de suas alegações em que foi baseado rituais satânicos no Vaticano, nos primeiros dias do reinado do Papa Paulo VI, nem sobre a existência de uma conspiração geral satânica dentro da Igreja Católica Romana.

Por que será? Pois se a IGREJA fosse desmentir teria que provar... Então é melhor ficar de boca calada... eles sabem que o tempo abafa tudo, cai no esquecimento.

De acordo com uma pesquisa de 1996 - com freiras dos Estados Unidos - relata que um mínimo de 34 mil freiras católicas (cerca de 40% de todas as freiras americanas) afirmaram terem sido abusadas ​​sexualmente. Três em cada quatro dessas freiras afirmaram que foram sexualmente vitimadas de um padre, uma “irmã” freira, ou qualquer outra pessoa religiosa. Duas em cada cinco freiras que declararam que foram abusadas sexualmente alegaram que a sua exploração incluía alguma forma de contacto genital. Todas as freiras que afirmavam exploração sexual disseram que foram pressionadas pelos superiores religiosos em troca de favores sexuais.

O estudo do Vaticano de 1994 pela Irmã Maura O'Donohue, uma médica e freira católica, que investigou os abusos sexuais de freiras na África relata:

"Infelizmente, as irmãs também relatam que os padres têm explorado sexualmente delas, porque eles temiam a contaminação de HIV por contato sexual com outras mulheres”.

Em novembro de 2001, o Papa João Paulo II se desculpou publicamente pelo abuso sexual de freiras por padres, mas isso passou despercebido pela mídia e interessados no caso.

O Procurador-Geral de Massachusetts, Thomas Reilly, que tratava do chamado escândalo dos abusos sexuais do clero na Arquidiocese de Boston – “a maior tragédia que se abateu sobre as crianças" - em Massachusetts, envolvia muito mais padres e muitas mais vítimas.

Em seu relatório sobre seus 16 meses de investigação, O Procurador-Geral deixou claro que ao longo de 6 décadas (60 anos), pelo menos, 237 sacerdotes e 13 outros funcionários da igreja foram acusados ​​demolestar pelo menos 789 menores. Reilly disse que o número real de vítimas pode ser muito maior e, provavelmente, superior a 1.000 crianças.

Uma semana após a publicação do livro de Yallup em 1984, uma das testemunhas mais importantes da morte do Papa João Paulo I, a irmã Vincenza, foi encontrada morta em sua cama. Uma morte prematura que impediu a versão dos acontecimentos a serem verificados pela justiça.

Lorenzi Calo “caiu” do 6 º andar de uma varanda. Calo foi Secretário do Papa João Paulo I – que assistiu a todo movimento e funeral urgente na noite da morte prematura do papa.

O Papa João Paulo l (que sabia demais e queria mudar muita coisa) foi encontrado morto de manhã, mas às 6:30h da tarde seu corpo já havia sido embalsamado. Essa é uma técnica conhecida da máfia Italiana, quandoenvenenamento por arsênico lento é o instrumento de assassinato. Embalsamar o corpo logo após a morte apaga os sinais óbvios de intoxicação. Embalsamar um corpo antes de 24 horas após a morte era ilegal na Itália, mas a lei italiana não se aplica dentro dos muros do Vaticano...

Por que só agora estamos despertando para a manipulação da religião, política, saúde e tudo aquilo que acreditávamos ser “certo”?

Teoria do biólogo Rupert Sheldrake sobre ressonância mórfica ressalta a similaridade na vibração entremembros de uma mesma espécie. A frequência de ressonância de cada indivíduo, determinada pela sua experiência de vida, corpo físico e energia, limita ou aumenta o que eles podem perceber ou não no ambiente.

Com um mesmo comprimento de onda, um grupo é capaz de explorar a informação que se refere unicamente a eles o que é despercebido pelos demais que não ressoam nessa onda de informação. Sheldrake vai ainda mais longe e sugere que os campos mórficos podem explicar como a memória humana funciona. 

Hoje sabemos que a memória não está no cérebro, mas armazenadas no campo mórfico, num campo que pode ser acessado por qualquer um, basta que para isso ele esteja “sintonizado na mesma frequência em que a informação está sendo passada”. Nosso cérebro mediante a um foco, uma meta, irá buscar a informação que mais se adapta a nossas exigências de vida, tal qual um rádio ou uma TV sintoniza uma estação em particular.

Se você está satisfeito com sua vida e acredita que nada precisa mudar... Então toda a informação será limitada àquilo que você precisa para mante-la INTOCÁVEL. Mas se você está em busca de mudanças que lhe tragam bem estar geral, você estará navegando em temas como o desse meu BLOG e outros afins.

Sincronicidade e Campos de Significado

Similaridade em vibração explica o fenômeno de sincronicidade ou das chamadas "coincidências" de eventos aparentemente não relacionados que compartilham um significado comum. Não existem “coincidências”, masSINCRONICIDADES. Você busca, você acha.

O dia fora do tempo

Todo 25 julho do nosso calendário gregoriano condiz com o último dia do ano galáctico para o povo Maya, o que significa que das 13 luas por ano em um ciclo de 28 dias e 364 dias, há um dia extra dentro dos nossos 365 dias do ano gregoriano que é justamente o dia 25 de julho – um dia fora da linha do tempo Maya.

O Calendário de 13 luas mede o tempo a partir de uma perspectiva quantitativa e qualitativa de uma 4ª Dimensão da percepção humana, revelando a natureza sincrônica e cíclica do tempo com a mente humana.

Estudos mais recentes por epigrafistas mayas indicam que o Deus dos Nove Passos - Bolon Yokte – ressurge no final de cada baktun, assistindo a Criação de um novo mundo, estando sempre presente a próxima criação. 

Narra a lenda que ele retornaria a Terra a partir do nosso ano de 2012, abandonando seu reino subterrâneo e subindo a superfície da Terra, onde daria inicio a uma batalha com os 13 deuses do céu. (?)

Bolon Yokte – segundo o povo Maya, tem uma associação com o submundo, conflitos e guerras, tempos perigosos de transição,agitação social, eclipses e desastres naturais. Ele é retratado nas imagens nos templos com uma corda amarrada ao redor do pescoço, e em outra com um saco de incenso, em conjunto, significando um sacrifício para terminar um ciclo de anos.

Já o povo Hopi diz que há um total de 7 mundos, ou eras, e que cada uma é regida por um centro psíquico - o mesmo que os 5 principaischakras do sistema hindu – e que nos diz que nossa consciência descerá do chakra coronário, tanto quanto o plexo solar na era atual - cada um mais materialista do que o último - numa transição que seráMundial promovendo uma inversão drástica da direção dos chacras.

Trecho do filme Matrix

Morpheus - Você acredita no destino, Neo?Neo - Não.

Morpheus - Por que não?
Neo - Porque eu não gosto da ideia de que não tenho o controle de minha vida

E Você? Acredita que pode controlar sua vida?

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O perigo REAL da morte da abelhas

UND: O estudo abaixo, só esqueceu de mencionar a ação dos Chemtrails como mais um causador nocivo de efeitos negativos a vida de abelhas. E sem falar a outros seres vivos, como nós humanos, expostos a pulverização destes misteriosos aviões que perambulam pelos céus de todo o globo.

Cientistas descobrem o que está matando as abelhas e é pior do que você pensou

A massa misteriosa de mortandade de abelhas que polinizam 30 bilhões de culturas nos EUA estão sendo dizimadas a população da América de apis mellifera que num inverno ruim poderia deixar os campos em pousio.

Agora, um novo estudo identificou algumas das causas prováveis ​​da morte de abelhas e os resultados bastante assustadores mostram que evitar beemageddon ( Abelharmagdon ) será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.


Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para o chamado Colony Collapse Disorder (CCD), que dizimou cerca de 10 milhões de colméias, no valor de US $ 2 bilhões nos últimos seis anos.

Os suspeitos têm incluído pesticidas, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um primeiro de seu tipo de estudo publicado hoje na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e os EUA do Departamento de Agricultura já identificou bebida de pesticidas e fungicidas que contaminam pólen que as abelhas recolhem para alimentar suas colmeias.

Os resultados inovam sobre o porquê de um grande número de abelhas estão morrendo embora não identificar a causa específica da CCD, onde uma colméia inteira morre imediatamente.

Quando os pesquisadores coletaram o pólen das colméias, na costa leste a polinização de cranberry, melancia e outras culturas e alimentou a abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na sua capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae.

O parasita tem sido implicado no Colony Collapse Disorder embora os cientistas teve o cuidado de salientar que as suas conclusões não vincularam diretamente os pesticidas a CCD. O pólen foi contaminado, em média, com nove pesticidas e fungicidas diferentes embora os cientistas descobriram 21 agrotóxicos em uma amostra.

Cientistas identificaram oito produtos químicos associados com maior risco de infecção pelo parasita.

O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminados com fungicidas tem três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizado, fungicidas tinham sido pensados por serem inofensivos para as abelhas como eles são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como maçãs.

"Há evidências crescentes de que fungicidas podem estar afetando as abelhas por conta própria e eu acho que o que ele destaca é a necessidade de reavaliar a forma como rotular esses produtos químicos agrícolas", Rótulos dos pesticidas alertar os agricultores para não pulverizar quando as abelhas são polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não ter aplicado aos fungicidas.

Populações de abelhas são tão baixos em que os EUA agora tem 60% das colônias de sobreviventes do país apenas para polinizar uma cultura Califórnia, amêndoas. E isso não é apenas um problema costa oeste da Califórnia fornece 80% das amêndoas do mundo, um mercado de US $ 4 bilhões.

Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e reguladores de abril proibiu o uso do pesticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencam. Mas van Engelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários pesticidas está afetando a saúde das abelhas.

"A questão de pesticidas em si é muito mais complexa do que temos levado a acreditar ser", diz ele”.

"É muito mais complicado do que apenas um produto, o que significa, naturalmente, a solução não está em apenas proibir uma classe de produto."

O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas européias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam a comida de abelha de ervas daninhas e flores silvestres próximas.

Isso o pólen, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo que essas plantas não foram o alvo de pulverização.

"Não está claro se os pesticidas estão à deriva sobre a essas plantas, mas precisamos ter um novo olhar sobre as práticas de pulverização agrícola", diz vanEngelsdorp.

Fonte: http://horizontenews.blogspot.pt/

Sabe que está a ser manipulado?

Um dos génios do neuromarketing, Martin Lindstrom, dinamarquês radicado nos Estados Unidos, decidiu revelar alguns dos segredos da arte da manipulação das massas, eis “Brandwashed” (Gestão Plus, 2012, 312pp., 16,60€). Dado o trabalho do autor junto de marcas que todos nós reconheceremos do nosso dia-a-dia, subintitulado “os truques de marketing que as empresas usam para manipular as nossas mentes” este livro talvez lhe explique a razão de ser de parte da sua lista de compras.

Admito ter devorado este livro mal o recebi do editor há alguns meses, admito também que o coloquei à prova: para determinar se as estratégias exemplificadas no seu conteúdo se limitariam aos Estados Unidos da América, sede e principal mercado das marcas mencionadas nesta interessantíssima exposição, efectuei algumas buscas na Internet, registei-me em vários portais e lojas virtuais – tanto nacionais como internacionais – limitando-me a “ver as montras” e, eis se não quando, os resultados surtiram o temido efeito.

Temido porque acaba por expor que muita gente acede, directa ou indirectamente, aos nossos dados pessoais, o que lemos, que filmes e séries nos atraem, que música ouvimos, em que ano nascemos, etc., e depois utilizam essa informação para nos manipular de modo a que compremos mais, mais e mais coisas que, bem vistas as coisas, nenhuma falta nos fazem. 

Ao prestar uma maior atenção, como consumidor ou mero cliente mais atento, às páginas que visito, às pesquisas que efectuo acerca de produtos de que me falaram ou estou a pensar comprar coloquei-me no papel de cidadão comum/potencial comprador e, passadas algumas semanas, comecei a receber, graças ao software de programação utilizado pelos génios do neuromarketing, ofertas de descontos, promoções e venda directa dos produtos pelos quais, por mero teste, demonstrei interesse. E estas promoções surgiram na publicidade das redes sociais, na minha caixa de correio electrónico, na publicidade de dezenas e dezenas de portais e blogues portugueses. Ou seja: a máquina está bem oleada e funciona também em Portugal.

Já prestou atenção à música que ouve no hipermercado, no restaurante ou na sua loja favorita? 

Caso não tenha prestado atenção, o seu cérebro, inconscientemente, fê-lo por si. Em “Brandwashed” Lindstrom explica-nos, passo a passo, como somos manipulados mal entramos numa grande superfície comercial, quando consultamos o nosso correio electrónico, quando andamos inocentemente pela Internet, assistimos televisão ou ouvimos a rádio. Numa escrita apelativa que nos chega por intermédio da exemplar tradução de Rita Figueiredo (mal se nota a aplicação do desastroso Novo Acordo Ortográfico, única forma de o conseguirmos digerir) o livro é um verdadeiro page turner, a informação chega-nos a um ritmo arrebatador e findo o livro ficamos com sede de mais e abismados com o modo como os nossos gostos e pequenos prazeres diários podem ser fruto de uma intervenção externa em vez da nossa espontaneidade.

A obra lê-se como uma denúncia, ao ponto de cativar o apoio de Morgan Spurlock (realizador de “Super Size Me – 30 Dias de Fast Food”), autor do prefácio desta edição. Entre as várias revelações ficamos a saber que os músicos, as celebridades e os políticos também são considerados “marcas” e empregam muitos destes génios para se venderem às massas. Infelizmente as consequências políticas e os danos que a aplicação destes esquemas tem causado à democracia ocidental não são explorados neste livro.

Um dos pontos mais altos do livro é quando o próprio autor tenta, sem sucesso, libertar-se ele próprio dessa manipulação abdicando de comprar produtos que não sejam de marca branca. O marketingo do século XXI, o neuromarketing, é uma ciência que inclui experiências em laboratório, análise comportamental (ao ponto de contratarem actores para obterem os efeitos desejados junto dos clientes) e muito de psicologia, quase tudo, aliás. A carteira de clientes de Lindstrom inclui marcas como a Pepsi, a Disney, a Microsoft e a MacDonald’s. Você está a ser manipulado, saiba como.

Estão a chipar as nossas crianças


Eis senão quando outra teoria da conspiração se torna real: o Verichip veio aparentemente para ficar (o nome foi alterado para PositiveID, entretanto). Por cá aparentemente não se passa nada, não fosse a Polícia de Segurança Públicater lançado um curioso projecto que, na prática, serve para habituar as nossas crianças a andarem com um chip. Recordamos que se trata do segundo passo, o primeiro deu pelo nome de Cartão de Cidadão e a obrigatoriedade legal de o ter sempre connosco: ou seja, andamos com o chip no bolso em vez de na pele.

O projecto dá pelo nome de Estou Aqui! e inclui uma campanha que tem por alvo as crianças em idade escolar, incentivando-as a levantar a sua pulseira com chip, gratuitamente, na esquadra mais próxima. 

A pulseira, por ser mais portátil que o Cartão de Cidadão, é o segundo passo, pois ao contrário deste esta pode ser utilizada durante o sono, no duche, na praia e, como está apensa ao pulso, dificilmente ficará esquecida em casa. 

A necessidade de ser monitorizado por uma força policial com a desculpa de tal ser um benefício para a segurança do próprio incute-se assim nas crianças de tenra idade, criando uma aceitação natural dessa vigilância quando atingir a maioridade.

A mando do Império Americano, França, Espanha e Portugal colocam em risco a vida do presidente da Bolívia, Evo Morales


Governos europeus negam a Evo Morales sobrevoo de espaço aéreo



Depois de deixar a Rússia, o avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, realizou nesta terça-feira (2) um pouso de emergência na Áustria, quando a França, a Espanha e Portugal negaram permissão para sobrevoar os respectivos espaços aéreos devido a rumores de que o ex-agente da Agência Central de Inteligência (CIA) Edward Snowden estava a bordo. Morales retornava do Foro de Países Exportadores de Gás.

Segundo a chancelaria da Bolivia, a decisão desses países se deveu à "soberana mentira" de que no avião presidencial encontrava-se o ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e da CIA. 

Tal decisão pôs em risco a vida do presidente Morales, denunciaram as autoridades bolivianas.

Horas depois, França, Portugal e Itália anunciaram que autorizam o uso de seus espaços aéreos ao avião do presidente Morales. A Espanha ainda não tomou a mesma decisão.

David Choquehuanca

"Nos mobilizamos através de nossos embaixadores na Europa para que nos possam dar alguma explicação. Eles dizem que são questões técnicas. Mas depois de algumas comunicações com algumas autoridades nos informamos de que havia suspeitas infundadas de que o senhor Snowden estaria nesse avião. Não sabemos quem inventou esta soberana mentira", sublinhou em declarações à imprensa o chanceler boliviano, David Choquehuanca.

Rubén Saavedra

O ministro da Defesa da Bolívia, Rubén Saavedra, rechaçou que no avião presidencial esteja algum passageiro não registrado, referindo-se a Snowden.

Saavedra enfatizou que esses países "foram utilizados" pelos Estados Unidos para prejudicar a imagem do governo da Bolívia. "Queremos denunciar uma ação abusiva, uma ação imprudente que atentou contra a vida do presidente constitucional da Bolívia mediante um ato de intimidação propiciado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, para o qual utilizou alguns governos da Europa", disse.

Ricardo Patiño

Por sua parte, o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, assegurou que em relação ao caso convocará uma reunião extraordinária da Unasul para estudar o incidente com o avião presidencial boliviano.

Durante sua visita oficial a Moscou o mandatário boliviano visitou os estúdios da Russia Today, onde concedeu uma entrevista durante a qual declarou que não tinha recebido solicitação de asilo de Edward Snowden, e que estaria disposto a “debater, analisar o tema”.

A situação de Julian Assange, criador do portal Wikileaks, e do ex-agente Edward Snowden foi qualificada por Morales de "preocupante", e agregou que os "impérios têm uma rede de espionagem contra os países que contam com muitos recursos naturais". 
Reações

Presidentes latino-americanos comunicaram-se por telefone com seu colega boliviano para manifestar-lhe sua solidariedade depois de ficar bloquedo na Áustria pelo cancelamento da permissão de voo de seu avião.

Segundo informou Evo Morales a jornalistas no aeroporto de Viena, os mandatários da Argentina, Cristina Fernández, da Venezuela, Nicolás Maduro e do Equador, Rafael Correa, lhe telefonaram para expressar repúdio ao que ocorreu.

O governo de Cuba qualificou de ofensa à América Latina e Caribe o que ocorreu a Evo Morales na Europa, o que considerou também como "um ato inadmissível, infundado e arbitrário".


O secretário-geral da Unasul, Ali Rodríguez, qualificou de indignante e absurdo o cancelamento do voo pela "simples suspeita" de que Morales transportava o ex-agente da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

A Comunidade Andina de Nações considerou que "não há nada que justifique uma atitude dessa natureza, que não só atingiu os direitos de tráfego aéreo, mas também a segurança do presidente".

A Organização dos Estados Americanos expressou seu profundo mal-estar pelo ocorrido e pediu às nações europeias implicadas dar uma explicação de suas razões.

Ollanta Humala - José Mujica

O presidente do Peru, Ollanta Humala, também assegurou que pedirá uma reunião da Unasul para avaliar os fatos e o uruguaio José Mujica disse estar indignado depois de saber da noticia.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Elias Jaua, disse que seu governo assumia como a si próprio a agressão contra Morales, que descreveu como um atentado.

Na Nicarágua, o governo considerou um "ato criminoso" a negativa da França, da Espanha e de Portugal de impedir o voo sobre seu território do mandatário, quando regressava da Rússia do Foro de Países Exportadores de Gás.


"Nosso presidente Daniel Ortega está expressando nossa condenação por esta ação criminosa que pôs em risco a vida de um chefe de Estado", afirmou a porta-voz presidencial, Rosário Murillo.

Mediante um comunicado especial, os países da Alba expressaram sua solidariedade com Morales e consideraram o fato uma ameaça à imunidade de um chefe de Estado a atitude destas nações europeias, que não permitiram o sobrevoo em seu espaço aéreo do avião que transportava desde Moscou o mandatário boliviano.

Nêmesis: A gêmea maligna do Sol


Qual a real razão da viagem do Papa Francesco I ao Brasil?


A mais óbvia é a seguinte: o Papa foi visitar o primeiro País no mundo por número de católicos. Afinal, falamos de 123.280.172 fiéis. Atrás do Brasil há o México (106 milhões), os Estados Unidos (75 milhões), as Filipinas (74.8 milhões). 

No entanto, no Brasil há um problema: apenas 64.63% dos cidadãos são católicos. Na Argentina, o País de origem de Papa Francisco, são 92.3%. A proporção de católicos no Brasil em 1872 era de 99,7%, apesar da forte implantação dos cultos sincréticos afro-brasileiros (classes médio-baixas), da Maçonaria, do positivismo e do kardecismo (classes médio-altas). Um século depois, em 1970, a proporção ainda era de 91,8%; em 2000, já tinha caído para 73,6%. Agora, como vimos, 64,6%.

Em 2010, o número de católicos no Brasil caiu pela primeira vez não apenas em termos percentuais, mas também em termos absolutos: 123,3 milhões, em comparação com 125 milhões registrados no censo de 10 anos antes. O que explica a queda é a disseminação do protestantismo, cujos seguidores (ao contrário daqueles dedicados aos cultos sincréticos, maçons, kardecisti ou positivistas) não vivem a espiritualidade com um diferente catolicismo formal, mas reivindicam a auto-identificação exclusiva.


As "novas" religiões

O protestantismo que se espalhou na América Latina não é Calvinista ou Luterano, nada de relação directa entre o fiel e Deus: é Pentecostal, com uma religiosidade "cristianizar" que retoma de uma certa forma o xamanismo típico dos cultos africanos e ameríndios, tendo no entanto uma mensagem de fundo anti-papista e (no sentido mais amplo da expressão) o sentido "racionalista" do kardecismo, do positivismo e da maçonaria.

É suficiente observar uma reunião destas "novas" religiões para perceber logo do que estamos a falar: há um pregador, há pessoas que entram em "trance", há milagres "ao vivo". Longe, portanto, da rígida austeridade das Missas católicas.

As pesquisas indicam que os protestantes no Brasil aumentaram de 5,2% em 1970 para 22,2% em 2010. Em números absolutos, passaram de 26,5 milhões em 2000 para 42 milhões em 2010. Mas também os sem-religião cresceram (embora, após o boom do período 1980-2000, o aumento parece agora abrandar): de 0,8% em 1970 para 8% em 2010, de 12,5 milhões de pessoas em 2000 para 15,3 milhões em 2010. Por outro lado, crescem as outras religiões: 2,2% em 1970, 5,2% em 2010. A projecção indica que o catolicismo em 2040 poderá não ser a religião da maioria dos brasileiros).

Para Francisco, o primeiro Papa da América Latina, efectuar a sua primeira viagem fora da Italia no Brasil foi, de uma certa forma, uma "obrigação"; mas também um complicado desafio, especialmente no Rio de Janeiro, onde certos processos são mais pronunciados do que no resto do País e onde os católicos são a maioria absoluta apenas entre os idosos. Na mesma região, os protestantes já são maioria entre crianças, adolescentes e mulheres em idade reprodutiva: entre as duas religiões há o que os demógrafos chamam de "empate técnico". Uma situação muito diferente daquela europeia, onde emergem não tantos novas religiões quanto uma maior indiferença.

Os sociólogos falam de "mercado da fé", no qual os pentecostais até agora demonstraram ter mais argumentos quando comparados com a Igreja Católica. O catolicismo, no entanto, está perfeitamente em condições de responder ao desafio, como mostra a experiência nos Países onde, partida duma posição de minoria, conseguiu subir. E Papa Francesco também encontra-se bem equipado, provavelmente porque na Argentina enfrentou o desafio na primeira linha, representando a Igreja e, ao mesmo tempo, mantendo bons relacionamentos com a ditadura.

Francisco e as drogas

Neste sentido, o resultado mais significativo é ter evitado as manifestações de protesto. Os mesmos 
manifestantes esclareceram que os protestos são dirigidos contra os políticos, não contra o Papa. Outras manifestações, pró-gay ou feminista, permaneceu no âmbito fisiológico.

Por outro lado, Francisco evitou a política. No passado 21 de Junho, a Conferência dos Bispos do Brasil tinha mostrado solidariedade com os manifestantes e, segundo o diário espanhol El País, o Papa comentou que os protestos no Brasil são "justos e de acordo com o Evangelho".

No entanto, durante esta viagem Francisco preferiu ficar mais no genérico. Não sem alguma controvérsia, mas, provavelmente, a estratégia de Francisco é útil para evitar polémicas contingentes.

Em vez disso, houve uma forte posição sobre a questão da legalização das drogas:
O flagelo do tráfico de drogas, que promovem a violência e semeia sofrimento e morte, exige um acto de coragem de toda a sociedade. Não é com a liberalização das drogas, como está a ser discutido em várias partes da América Latina, o irá reduzir-se a difusão e a influência da dependência química.
Isso dito enquanto na Uruguay está a ser introduzido o monopólio estatal da marijuana e há outras propostas em cima da mesa: a "coca livre" de Evo Morales, a tentativa do presidente do México, Vicente Fox, para criar uma multinacional (com a Microsoft) da mesma droga.

Uma tomada de posição, aquela do Papa, que deve ser lida no âmbito do dialogo acerca dos valores da Igreja católica. Uma tomada que, em qualquer caso, já tornou felizes uma inteira categoria de empresários: os traficantes ilegais de droga.


A Apple foi acusada de violar direitos de trabalhadores na China


Defensores dos direitos humanos alegam que em 3 fábricas de um dos parceiros da Apple na China estão sendo violados os direitos dos trabalhadores.

Conforme informado, a empresa Pegatron Group violou gravemente um certo numero das leis e padrões internacionais e nacionais. Ela está sendo acusada, inclusive, do uso do trabalho de menores e de horários irregulares.

No final de março a Associação de Trabalho Honesto dos Estados Unidos revelou graves violações das leis trabalhistas nas fábricas da empresa Foxconn na China, nas quais se produzem os smartphones iPhone e os tabletes iPad.


A Pegatron, que monta iPads e iPhones em suas fábricas na China, está forçando os funcionários a trabalhar horas extras não remuneradas sob precárias condições de trabalho, entre outras imposições, afirmou o China Labor Watch

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_07_29/A-Apple-foi-acusada-de-violar-direitos-de-trabalhadores-na-China-3339/

NÃO a patentes sobre plantas, sementes e animais.

Organizações de agricultores de todo o mundo, criadores, instituições das Nações Unidas, bem como organizações de desenvolvimento ambientais têm levantado várias vezes maiores preocupações sobre a crescente monopolização de sementes e animais de fazenda via patentes ao longo dos últimos anos. 

A perda de independência e aumento do endividamento dos agricultores, a redução da diversidade vegetal e animal e as restrições cada vez maiores para as atividades de criação e pesquisa representam alguns dos impactos mais preocupantes desta tendência. Mas, apesar dessas experiências alarmantes até agora não ha medidas legais à vista para parar esta tendência. Ao contrário, um estudo recente de pedidos apresentados na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), mostra que as grandes corporações internacionais de sementes ainda tentam empurrar com suas reivindicações de monopólio, sem se preocupar com as consequências para a segurança alimentar mundial e os meios de subsistência de agricultores de todo o mundo. Isso está a tornar-se evidente pela análise dos pedidos de patentes recentes pelas três maiores empresas globais de sementes, a Monsanto (EUA), Dupont (EUA) e Syngenta (Suíça).

Os abaixo assinados de indivíduos, organizações e instituições tem feito apelos aos governos e escritórios de patentes para impedir esse desenvolvimento preocupante e solicitar uma revisão aos regulamentos de patentes existentes. Os regulamentos de patentes na UE, nos EUA e em muitos outros países, bem como o acordo TRIPS da OMC, precisam urgentemente de serem revistos, a fim de impedir a monopolização e controle corporativo dos recursos genéticos naturais do mundo. Esta avaliação deve levar a uma regulamentação que garanta o direito à alimentação e uma proibição das patentes sobre plantas e animais.

Os exemplos a seguir mostram alguns pedidos de patentes realizados em que muitas das reivindicações apresentadas nestas aplicações só podem ser descritas como ridículas. Estas patentes demonstram o quão longe nós estamos de conseguir alterar os regulamentos de patentes já existentes, que são completamente deficientes. Em apenas quatro anos, entre 2005 e 2009, a Monsanto apresentou cerca de 150 pedidos de patentes no melhoramento de plantas na OMPI. Estas aplicações mostram uma tendência crescente para reivindicar direitos exclusivos de propriedade não só sobre as plantas e animais geneticamente modificados, mas também sobre a biodiversidade existente e melhoramento tradicional. Enquanto nos anos anteriores a 2005 poucas patentes foram registradas, mais de 30% dos pedidos de patente da Monsanto, entre 2005 e 2009, incluem cruzamento convencional de plantas. 

Esta tendência também pode ser observado com outras grandes empresas de sementes. No mesmo período Dupont apresentou cerca de 170 pedidos de patentes no melhoramento de plantas, 25% envolvendo melhoramento genético convencional. Syngenta apresentou cerca de 60 aplicações, com 50% visando melhoramento tradicional. Entre as grandes empresas de sementes, a Monsanto é a única com pedidos de patentes em animais também. Desde 2005, cerca de 20 patentes de criação de animais foram pedidos pela empresa dos EUA.

Exemplos:

No pedido de patente WO2008021413 da Monsanto, a patente do milho e da soja, os métodos são reivindicados são amplamente utilizados no cultivo convencional. A Monsanto  realizou várias mudanças na sequências de genes e variações genéticas, na soja e no milho. Monsanto ainda vai tão longe afirmando explicitamente que todo o milho e plantas de soja, vão herdar os elementos genéticos modificados. Além disso, todo o alimento para animais e biomassa. Mediante a apresentação de candidaturas regionais específicas Monsanto mostra especial interesse em candidatar-se a patentes na Europa, Argentina e Canadá.

No pedido de patente WO 2009011847, a patente para a carne e o leite, a Monsanto amplamente reivindica métodos para a criação de gado, bem como leite, queijo, manteiga e carne.

Outras empresas também estão entrando agressivamente com patentes sobre recursos genéticos necessários para alimentação e produção de alimentos. 

Um exemplo é o pedido de patente WO200808720 8, patente da Syngenta na produção de milho, que tem como alvo as condições genéticas em milho para produção de grãos. 

Várias patentes semelhantes já são concedidos, como uma patente de criação em grãos de soja, como WO 98/45448, a patente da Dupont em tofu, concedido na Austrália, Europa e EUA, que abrange o molho de soja, tofu, leite de soja e fórmula infantil feito a partir destes feijões de soja. Esta patente (ou patentes da mesma família) também foram apresentadas para o Brasil, Canadá, China, Japão, Noruega e Nova Zelândia.

Esses tipos de patentes são a espinha dorsal de uma estratégia para assumir o controle global sobre todos os níveis de produção de alimentos. Essas patentes vão abafar a investigação e inovação, que são destinadas a bloquear o acesso aos recursos genéticos e à tecnologia e para estabelecer novas dependências para agricultores, criadores e produtores de alimentos. 

Contudo, a resistência está a crescer. Em 2007, a organização agricultor e ONGs de todo o mundo criaram um movimento "não às patentes de sementes" plataforma global ". 

Em 2008, centenas de cartas foram enviadas para o Instituto Europeu de Patentes (EPO) em "a patente sobre brócolos" caso, EP 1069819, que foi um precedente. 

Em 2009, milhares de agricultores e cidadãos, muitas ONGs e até mesmo autoridades governamentais interpuseram oposição a "patente em suinocultura " , EP 1651777, requerida pelo Monsanto em 2004.

Os abaixo assinados de indivíduos, organizações e instituições estão a encher os escritórios de patentes em todo o mundo para garantir que as patentes, como os acima mencionados não podem e não serão concedidos. Uma mudança radical, tanto na legislação de patentes e na prática de escritórios de patentes é necessário para eliminar as patentes sobre plantas e animais. As corporações não devem ser autorizados a continuar a apropriação indébita e  monopolização de sementes, plantas e animais. Caso contrário, essas patentes se tornarão uma grande ameaça para a segurança alimentar mundial e sobrevivência  regional. Este alerta foi entregue aos governos e escritórios de patentes em 26 de março de 2010.

Organizações signatárias anteriormente:

A Europa SEED (Holanda) - ABL (Deutschland) - BDM (Deutschland) - BKS (Índia) - COAG (España) - Coldiretti (Italia) - Confederação Camponesa (França) - Equivita (Italia) - FAA (Argentina) - Federation Internationale Nature & Progres (França) - Fetraf-Sul (Brasil) - Fundação Genethics (Holanda) - Getreidezüchtung Peter Kunz - Verein für Kulturpflanzenentwicklung (Suíça) - GRÃO (internacional) - ICPPC (Polska) - IG Saatgut (Deutschland, Schweiz, Österreich) - Instituto de Pesquisa de Agricultura Orgânica (FiBL) Áustria (Áustria) - Semillas de Vida (México) - Stiftung Kaiserstühler Garten (Alemanha) - UNAG (Nicarágua) - Yayasan Sintesa Indonésia (Indonesia)