quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Rússia envia Navio de Guerra à Cuba, Nicarágua e Venezuela


Os militares russos enviaram recentemente um navio de guerra de mísseis guiados a Cuba como parte de o que as autoridades dos EUA dizem que está havendo um incremento militar, de inteligência e de laços econômicos entre Moscou e Havana.

Depois de Havana, o navio de guerra vai visitar Caracas, Venezuela; Manágua, na Nicarágua, e Praia do Porto, no ilhas de Cabo Verde ao leste da África.

Bons tempos da velha diplomacia naval das armas. Se nós podemos ter bases anti-mísseis na Romênia ePolônia, mas os russos não podem em Cuba? O império americano é uma puta teimosa e ela está no plano tipo ao falar; Agora 'a Senhora Liberdade' está jogando os seus tentáculos em todos os lugares em umaaparentemente e última tentativa em ir protelando o colapso no entanto, é isto mesmo e que venha acelerar isso.



França suspende proibição de cultivo de milho transgênico por Monsanto

O milho MON810, da Monsanto, é o único transgênico cultivado na Europa. França, porém, importa produtos geneticamente modificados para indústria. O Conselho de Estado da França, máxima jurisdição administrativa do país, suspendeu nesta quinta-feira (1º) a proibição de cultivar o milho transgénico MON810 da empresa americana Monsanto.

A proibição deste tipo de cultivo na França já havia sido suspensa em 2011 pela justiça diante da ausência de argumentos jurídicos. Em 2012, no entanto, foi decidida uma nova moratória sobre a questão.


Na França, milho da Monsanto é único transgênico
CULTIVADO (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O milho MON810 da Monsanto é o único transgênico cultivado na Europa.

A França, como outros países europeus (Áustria, Hungria, Grécia, Romênia, Bulgária, Luxemburgo), proíbe desde 2008 o cultivo do MON810 em seu território. No entanto, importa produtos geneticamente modificados para a alimentação animal ou a indústria agroalimentícia.

Em 2011, depois de uma decisão da Corte de Justiça europeia, o Conselho de Estado francês levantou a suspensão do cultivo aplicado ao MON810.

O então governo conservador reagiu em março de 2012 promulgando um novo decreto que proibia temporariamente o cultivo desse milho.

Porque fecham os Correios. Mais uma Máfia legal. CTT Portugal


Acho que é de conhecimento de todos, os recentes encerramentos dos Postos dos CTT de norte a sul do país, e que tem prejudicado a vida de muitas pessoas, principalmente os idosos.

Eu, como outras pessoas, que utilizam os serviços prestados pelos CTT, através de envios de correspondências e encomendas para os palopes, começamos a notar um certo comportamento padrão, no tempo de chegada ao destino,e que se relacionava depois, com outro fator como:

Se no ato de pagamento, foi efetuado ou não, o registo.
Porque se não, eles desculpam se com o fato de não terem nenhum registo de envio, mesmo o cliente tendo pago um envelope, mais selo de envio.

Preço dos selos de envio CTT em 2013

Escalões de Peso Europa Espanha Resto do Mundo Regime Especial (1)
[20 g - 50 g] 1,20 € 1,05 € 1,80 € 1,40 €

Portanto, juntando os 1,40 € de selo, mais envelope, ainda assim não é garantido que a correspondência chegue ao destino.

Até aqui tudo bem, mas quando um grupo de pessoas, enviaram documentos, todos pagando só o selo, em postos dos CTT diferentes, como se explica o fato de nenhuma ter chegado ao destino?

Ainda mais, quando estas mesmas pessoas, voltavam a enviar uma segunda via do mesmo documento, este já registado, chegava num espaço de mais ou menos uma semana.

Fiz então uma reclamação num franching dos correios da minha área de residência, a contar o sucedido e a perguntar o porquê da minha correspondência não ter chegado ao destino. Passado uma semana, recebi uma resposta através de um email da Anacom, entidade que regula e supervisiona os serviços de comunicações.

Em baixo a resposta que obtive:

info@anacom.pt - 19/07 (há 13 dias)

para mim 

Recebemos, no dia 15/7/2013, a reclamação que fez no livro de reclamações da empresa CTT - Correios de Portugal, S.A.. A sua reclamação foi-nos enviada porque a ANACOM é a entidade que regula e supervisiona os serviços de comunicações.

No entanto, lamentamos informar que a situação que descreve não pode ser resolvida por esta Autoridade. 

Então quem resolve?
R: Ninguém, estão se pouco marimbando se reclamamos ou não.

Mais uma vez constatei que, os serviços do estado e parcerias com privados, só funcionam se nós pagarmos o valor mais alto estipulado(o registo), mesmo que o cliente prefira pagar só o selo, que é o valor minimo e suficiente para o serviço.

A operação é de larga escala, abranje também as companhias de agua e eletricidade.
A SMAS de Amadora, no mês passado com a entrada oficial do horário de verão, subiu cerca de 20% do valor de consumo de agua, alegando que nesta época, é normal as pessoas gastarem muita agua e não darem por isso.

Por isso, mesmo que uma pessoa tenha poupado na utilização da agua, vai ter que pagar esse consumo ficticio implementado. Mas disso, a maioria dos consumidores nem sequer fazem ideia.

Passem a palavra, andamos a ser roubados em larga escala todos os dias e ainda achamos que é normal.

Gomes Ferreira, explica quem manda em Portugal


Bilderberg Group 2013: guest list


Henri de Castries, Chairman and CEO, AXA Group

Paul M. Achleitner, Chairman of the Supervisory Board, Deutsche Bank AG

Josef Ackermann, Chairman of the Board, Zurich Insurance Group Ltd

Marcus Agius, Former Chairman, Barclays plc

Helen Alexander, Chairman, UBM plc

Roger C. Altman, Executive Chairman, Evercore Partners

Matti Apunen, Director, Finnish Business and Policy Forum EVA

Susan Athey, Professor of Economics, Stanford Graduate School of Business

Aslı Aydıntaşbaş, Columnist, Milliyet Newspaper

Ali Babacan, Turkish Deputy Prime Minister for Economic and Financial Affairs

Ed Balls, Shadow Chancellor of the Exchequer

Francisco Pinto Balsemão, Chairman and CEO, IMPRESA

Nicolas Barré, Managing Editor, Les Echos

José Manuel Barroso, President, European Commission

Nicolas Baverez, Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP

Olivier de Bavinchove, Commander, Eurocorps

John Bell, Regius Professor of Medicine, University of Oxford

Franco Bernabè, Chairman and CEO, Telecom Italia S.p.A.

Jeff Bezos, Founder and CEO, Amazon.com

Carl Bildt, Swedish Minister for Foreign Affairs

Anders Borg, Swedish Minister for Finance

Jean François van Boxmeer, CEO, Heineken

Svein Richard Brandtzæg, President and CEO, Norsk Hydro ASA

Oscar Bronner, Publisher, Der Standard Medienwelt

Peter Carrington, Former Honorary Chairman, Bilderberg Meetings

Juan Luis Cebrián, Executive Chairman, Grupo PRISA

Edmund Clark, President and CEO, TD Bank Group

Kenneth Clarke, Cabinet Minister

Bjarne Corydon, Danish Minister of Finance

Sherard Cowper-Coles, Business Development Director, International, BAE Systems plc

Enrico Cucchiani, CEO, Intesa Sanpaolo SpA

Etienne Davignon, Belgian Minister of State; Former Chairman, Bilderberg Meetings

Ian Davis, Senior Partner Emeritus, McKinsey & Company

Robbert H. Dijkgraaf, Director and Leon Levy Professor, Institute for Advanced Study

Haluk Dinçer, President, Retail and Insurance Group, Sabancı Holding A.S.

Robert Dudley, Group Chief Executive, BP plc

Nicholas N. Eberstadt, Henry Wendt Chair in Political Economy, American Enterprise Institute

Espen Barth Eide, Norwegian Minister of Foreign Affairs

Börje Ekholm, President and CEO, Investor AB

Thomas Enders, CEO, EADS

J. Michael Evans, Vice Chairman, Goldman Sachs & Co.

Ulrik Federspiel, Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S

Martin S.Feldstein, Professor of Economics, Harvard University; President Emeritus, NBER

François Fillon, Former French Prime Minister

Mark C. Fishman, President, Novartis Institutes for BioMedical Research

Douglas J. Flint, Group Chairman, HSBC Holdings plc

Paul Gallagher, Senior Counsel

Timothy F Geithner, Former Secretary of the Treasury

Michael Gfoeller, US Political Consultant

Donald E. Graham, Chairman and CEO, The Washington Post Company

Ulrich Grillo, CEO, Grillo-Werke AG

Lilli Gruber, Journalist - Anchorwoman, La 7 TV

Luis de Guindos, Spanish Minister of Economy and Competitiveness

Stuart Gulliver, Group Chief Executive, HSBC Holdings plc

Felix Gutzwiller, Member of the Swiss Council of States

Victor Halberstadt, Professor of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary General of Bilderberg Meetings

Olli Heinonen, Senior Fellow, Belfer Center for Science and International Affairs, Harvard Kennedy School of Government

Simon Henry, CFO, Royal Dutch Shell plc

Paul Hermelin, Chairman and CEO, Capgemini Group

Pablo Isla, Chairman and CEO, Inditex Group

Kenneth M. Jacobs, Chairman and CEO, Lazard

James A. Johnson, Chairman, Johnson Capital Partners

Thomas J. Jordan, Chairman of the Governing Board, Swiss National Bank

Vernon E. Jordan, Jr., Managing Director, Lazard Freres & Co. LLC

Robert D. Kaplan, Chief Geopolitical Analyst, Stratfor

Alex Karp, Founder and CEO, Palantir Technologies

John Kerr, Independent Member, House of Lords

Henry A. Kissinger, Chairman, Kissinger Associates, Inc.

Klaus Kleinfeld, Chairman and CEO, Alcoa

Klaas H.W. Knot, President, De Nederlandsche Bank

Mustafa V Koç,. Chairman, Koç Holding A.S.

Roland Koch, CEO, Bilfinger SE

Henry R. Kravis, Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.

Marie-Josée Kravis, Senior Fellow and Vice Chair, Hudson Institute

André Kudelski, Chairman and CEO, Kudelski Group

Ulysses Kyriacopoulos, Chairman, S&B Industrial Minerals S.A.

Christine Lagarde, Managing Director, International Monetary Fund

J. Kurt Lauk, Chairman of the Economic Council to the CDU, Berlin

Lawrence Lessig, Roy L. Furman Professor of Law and Leadership, Harvard Law School

Thomas Leysen, Chairman of the Board of Directors, KBC Group

Christian Lindner, Party Leader, Free Democratic Party (FDP NRW)

Stefan Löfven, Party Leader, Social Democratic Party (SAP)

Peter Löscher, President and CEO, Siemens AG


Peter Mandelson, Chairman, Global Counsel; Chairman, Lazard International

Jessica T. Mathews, President, Carnegie Endowment for International Peace

Frank McKenna, Chair, Brookfield Asset Management

John Micklethwait, Editor-in-Chief, The Economist

Thierry de Montbrial, President, French Institute for International Relations

Mario Monti, Former Italian Prime Minister

Craig J. Mundie, Senior Advisor to the CEO, Microsoft Corporation

Alberto Nagel, CEO, Mediobanca

H.R.H. Princess Beatrix of The Netherlands

Andrew Y.Ng, Co-Founder, Coursera

Jorma Ollila, Chairman, Royal Dutch Shell, plc

David Omand, Visiting Professor, King's College London

George Osborne, Chancellor of the Exchequer

Emanuele Ottolenghi, Senior Fellow, Foundation for Defense of Democracies

Soli Özel, Senior Lecturer, Kadir Has University; Columnist, Habertürk Newspaper

Alexis Papahelas, Executive Editor, Kathimerini Newspaper

Şafak Pavey, Turkish MP

Valérie Pécresse, French MP

Richard N. Perle, Resident Fellow, American Enterprise Institute

David H. Petraeus, General, U.S. Army (Retired)

Paulo Portas, Portugal Minister of State and Foreign Affairs

J. Robert S Prichard, Chair, Torys LLP

Viviane Reding, Vice President and Commissioner for Justice, Fundamental Rights and Citizenship, European Commission

Heather M. Reisman, CEO, Indigo Books & Music Inc.

Hélène Rey, Professor of Economics, London Business School

Simon Robertson, Partner, Robertson Robey Associates LLP; Deputy Chairman, HSBC Holdings

Gianfelice Rocca, Chairman,Techint Group

Jacek Rostowski, Minister of Finance and Deputy Prime Minister

Robert E. Rubin, Co-Chairman, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury

Mark Rutte, Dutch Prime Minister

Andreas Schieder, Austrian State Secretary of Finance

Eric E. Schmidt, Executive Chairman, Google Inc.

Rudolf Scholten, Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG

António José Seguro, Secretary General, Portuguese Socialist Party

Jean-Dominique Senard, CEO, Michelin Group

Kristin Skogen Lund, Director General, Confederation of Norwegian Enterprise

Anne-Marie Slaughter, Bert G. Kerstetter '66 University Professor of Politics and International Affairs, Princeton University

Peter D. Sutherland, Chairman, Goldman Sachs International

Martin Taylor, Former Chairman, Syngenta AG

Tidjane Thiam, Group CEO, Prudential plc

Peter A. Thiel, President, Thiel Capital


Baroness Williams (Clara Molden)

Craig B. Thompson, President and CEO, Memorial Sloan-Kettering Cancer Center

Jakob Haldor Topsøe, Partner, AMBROX Capital A/S

Jutta Urpilainen, Finnish Minister of Finance

Daniel L. Vasella, Honorary Chairman, Novartis AG

Peter R. Voser, CEO, Royal Dutch Shell plc

Brad Wall, Premier of Saskatchewan Province, Canada

Jacob Wallenberg, Chairman, Investor AB

Kevin Warsh, Distinguished Visiting Fellow, The Hoover Institution, Stanford University

Galen G.Weston, Executive Chairman, Loblaw Companies Limited

Baroness Williams of Crosby, Member, House of Lords

Martin H. Wolf, Chief Economics Commentator, The Financial Times

James D. Wolfensohn, Chairman and CEO, Wolfensohn and Company

David Wright, Vice Chairman, Barclays plc

Robert B. Zoellick, Distinguished Visiting Fellow, Peterson Institute for International Economics

Tavistock: centro mundial do controle mental


Excerto duma entrevista de Martín Mucha, do jornal "El Mundo", a Daniel Estulin, em novembro 2011, em Londres.

Juntos apanhamos um avião da AesyJet rumo a Londres, destino final: "O centro mundial de lavagens de cérebros em massa e da engenharia social...". O objectivo da visita era tentar conhecer pessoalmente o que Daniel Estulin tinha a dizer sobre a sua nova obra, "O Instituto Tavistock", e que tentava provar em 360 páginas.

Ainda no avião:

- É ali onde se manipula o planeta Terra?

"Houve um esforço conjunto entre Tavistock e a Escola de Frankfurt com o objectivo de controlar as massas, financiado pela Fundação Rockefeller"... O escritor pensa que os poderosos dominam a mente através da musica, dos videoclips, os noticiários..."Somos fantoches".

Chegamos ao aeroporto de Gatwick.

"Todos os aspecto da vida psicológica e mental da população mundial foram definidas, registadas e arquivadas em sistemas informáticos. Os grupos de sociólogos, psicólogos, psiquiatras, antropólogos...que trabalham em estreita colaboração uns com os outros, estão chefiados por uma elite que integra membros poderosos da oligarquia."

Primeira vista: Tavistock Clinic, à entrada um busto de Freud.

- Já sei como entrar, vamo-nos apresentar como membros da universidade...

À primeira vista, o controlo de segurança é mínimo. Passada entrada, chegamos ao coração de um sítio que outrora foi impenetrável, "o quartel general do Escritório de Guerra Psicológica do Exercito Britânico...e dos Estados Unidos".

Tavistock tem duas faces. A versão oficial refere que foi fundado na década dos anos 20 pelo psiquiatra Hugh Crichton-Miller, para tratar os soldados traumatizados da Primeira Guerra Mundial, até se tornar nuns dos grandes centros mundiais de analise da mente. A outra face, a sinistra, é ter comoobjectivo romper a resistência dos indivíduos e e deixa-los incapazes de se opor à nova ordem mundial.

Cruzamo-nos com alguns médicos.

- Achas que estas pessoas vão te mostrar o que fazer directamente? Estas boas pessoas não sabem de nada. São académicos que não sabem que estão a ser utilizadas.

Passamos por uma pintura que representa um doente mental em traços finos e opacos.

- Isto é Tavistock, apenas vimos o rosto. Para eles somos indivíduos em decomposição. Cordeiros que seguem instruções.

Chegamos à segunda sede: The Tavistock Institute.

Mesma argumentação para entrar. Os folhetos na entrada descrevem a actividade do instituto. Aqui tudo é analisado, desde estratégia militar, dependência psicológica em jogos, passando pelos transtornos provocados pela musica pop ou a pornografia.

Outra coincidência (?) dos atentados de Londres, com a explosão de um autocarro no Tavistock Square.

- Quem financia isto?

- Numerosas fundações entre as quais a Rockefeller.

Daniel Estulin cita:"Na sua obra de 1948, Theodoe Adorno, lidere da Escola de Francfurt, disse que a finalidade da musica moderna era literalmente enlouquecer quem a ouvia...Têm gravadas em si mesmo uma atitude semelhante à dos doentes mentais."

A profecia de Huxler era que " na próxima geração, a na seguinte,haverá um método farmacológico que consiga fazer com que as pessoas adorem as sua condição descrava e que permita uma ditadura sem lágrimas".

- Essa lavagem de cérebro é real, e implica a Disney a MTV,...Eles utilizam os media que são a forma mais eficaz de alterara a percepção da realidade...

Se analisarmos a "Rua Sésamo": como é que aceitamos que uma ave ensine um humano a comportar-se na sociedade? É lúgubre!

Uma reportagem da revista holandesa "Exposure" revelou pormenores de "como Tavistock tinha pensado controlar as direcções dos três canais televisivos mais importantes dos Estados Unidos:NBC, CBS e ABC".

- Outro estudo inquietante é sobre a inclusão de imagens em directo de acidentes rodoviários, assassinatos, violações, desastres, guerras e atentados, depois de ter sido levado a cabo estudos sobre as divisões neurológicas, uma dessas divisões é a vitimologia. Desta forma, a nossa percepção da dor alheia reduz-se.

- Facebook e Twitter, um novo entretimente online? Essas mesmas instituições (o MIT e o Instituto Tavistock) gastam milhões em tecnologias de redes sociais, com a finalidade de alterar o modo de pensar das pessoas.

OBJETO NÃO IDENTIFICADO TERIA SE CHOCADO CONTRA TURBINA EÓLICA NO REINO UNIDO




Um incidente que causou grandes estragos em uma turbina eólica no condado de Lincolnshire, no Reino Unido, ainda segue sem explicação. O impacto com o objeto provocou a perda de uma pá de 20 metros e causou grandes estragos na segunda pá, em um episódio ainda não esclarecido, ocorrido em 2009. De acordo com um relato da época, do então vereador local, Robert Palmer, foi visto "algo arrendondado, uma luz branca que parecia estar pairando". A Ecotricity, a empresa proprietária do parque eólico, classificou o estrago nas pás como "único".

Esta turbina é uma das 20 em funcionamento na localidade de Conisholme, em operação desde abril de 2008. Ufologistas da área disseram ter recebido diversos relatos de atividades na área e alguns grupos procuram por novas evidências. Contudo, pouco tempo depois do incidente, foi proibida a busca por detritos no local.

De acordo com Peter Schubel, especialista em design e fabricação de pás para turbinas eólicas, da Universidade de Nottingham, seria necessário um impacto com a força de 10 toneladas para fazer este tipo de estrago, caso a pá estivesse parada. Se ela estivesse em movimento, porém, o objeto causador do impacto poderia ser bem menor. Ele apresentou uma explicação bem mais mundana para o mistério:

"Definitivamente, não foi um pássaro. Pode ter sido gelo que foi arremessado de uma turbina nas proximidades. A maior parte das turbinas tem um sistema antigelo nas pás, mas talvez isso tenha falhado e houve formação de gelo". 

Veja o vídeo:


PORQUE ELES ESTÃO PULVERIZANDO O MUNDO? [DOCUMENTÁRIO]


Documentário legendado (selecionar português) completo com detalhes sobre este projeto assustador de terrorismo contra a população desinformada sobre os fatos.  Com o tema “Chemtrails” como principal ponto de investigação o autor do documentário leva o espectador ao questionamento do porque desta pulverização em massa ao redor do Mundo. Seria realmente para melhorar o clima? Ou um modo de diminuir a população por doenças causadas “naturalmente”?

Novas sanções contra o Irão


Irão-EUA

Câmara dos EUA passa novas sanções contra o Irão e projeto de lei pode reduzir as exportações de petróleo

Lei pode cortar as exportações de petróleo do Irão por mais 1 milhão de barris por dia durante um ano, aguarda Senado, a aprovação do presidente

Câmara dos Deputados aprovou um projeto facilmente na quarta-feira para reforçar as sanções contra o Irão, demonstrando uma forte mensagem ao Irão sobre seu programa nuclear disputado dias antes de o presidente eleito Hassan Rohani é jurado a assumir o poder.

A votação também destacou uma divisão crescente entre o Congresso e a administração sobre a política quanto ao Irão à frente das negociações internacionais sobre o programa nuclear nos próximos meses. O Irão insiste que o programa nuclear é puramente para fins civis.

O projeto de lei, que passou 400 para 20, iria cortar as exportações de petróleo do Irão por mais 1 milhão de barris por dia ao longo de um ano, em uma tentativa de reduzir o fluxo de recursos para o programa nuclear. É o primeiro projeto de lei sanções para colocar um número sobre exatamente quanto as exportações de petróleo do Irão seria cortado.

Rússia criticou a votação, dizendo que não iria ajudar a resolver a disputa sobre o programa nuclear de Teerã.

"As sanções adicionais são realmente voltada para o estrangulamento econômico do Irão, mas não para resolver o problema da não-proliferação", o vice-chanceler Gennady Gatilov, citado pela agência de notícias Interfax.

Os Estados Unidos tem trabalhado com os maiores consumidores de petróleo do Irão, incluindo China, Japão e Coreia do Sul para empurrá-los em direção a fornecedores alternativos de petróleo.

Os preços do petróleo mantiveram-se relativamente estáveis, o que permitiu que os esforços para continuar, mas alguns analistas dizem que o risco de novas sanções elevando os preços e prejudicando as economias dos aliados dos EUA.

O projeto de lei ainda tem de ser aprovada no Senado e sancionada pelo presidente Barack Obama antes de se tornar lei. O Comitê Bancário do Senado está prevista para introduzir uma medida semelhante em setembro, embora seja incerto se a linguagem para cortar as exportações de 1 milhão de barris por dia, vai sobreviver.

Os críticos do projeto de lei, disse ele mostra um sinal agressivo para o Irão, que no mês passado votou em Rohani, um clérigo muitos vêem como mais moderado. Ele será empossado no domingo.

A maior prioridade

Rep. Ed Royce, um republicano da Califórnia e presidente do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara que apresentou o projeto de lei com o deputado Eliot Engel, democrata de Nova York, disse que os Estados Unidos não têm prioridade de segurança nacional maior do que impedir um Irão com armas nucleares.

Royce disse rígido do líder supremo aiatolá Ali Khamenei para desenvolver um arsenal nuclear era evidente. "Novo presidente ou não, eu estou convencido de que o líder supremo do Irão tem a intenção de continuar nesse caminho", disse ele.

A votação mostrou uma divergência crescente entre a Casa Branca eo Congresso sobre a política ao Irão.Um alto funcionário do governo disse na quarta-feira a Casa Branca não se opõe a novas sanções, em princípio, mas quer dar Rohani uma chance.

O Departamento do Tesouro na semana passada aliviou parcialmente sanções contra o Irão, expandindo uma lista de dispositivos médicos que podem ser exportados para lá sem permissão especial.

Um dos 20 legisladores a votar contra o projeto, Jim McDermott, um democrata Washington-Estado, disse pouco antes da votação que a pressa para sancionar Irão antes Rohani assume o cargo poderia prejudicar os esforços para esvaziar a questão nuclear.

"É um sinal perigoso para enviar e limita a nossa capacidade de encontrar uma solução diplomática para armas nucleares no Irão", disse McDermott.

Um torcedor de sanções mais duras discordou. Aiatolá Ali Khamenei "não vê a nossa flexibilidade e esforços de boa fé como um sinal de boas intenções, ele a vê como um sinal de fraqueza", disse Mark Dubowitz, o chefe da Fundação de Defesa das Democracias, um defensor das sanções."Se qualquer coisa, ele só vai ser maciçamente sanções intensificadas que levá-lo a piscar."

Mas Trita Parsi, presidente do National Iranian American Council, disse que a ação da Câmara mina a estratégia dos EUA, que tem sido um dos bom policial - mau policial. A Casa Branca tem tido por muito tempo uma postura mais suave para o programa nuclear do Irão, e o Congresso tomou uma dura medida. Mas agora há sinais de que o bom policial não pode controlar o mau policial, disse ele.

"A impressão do lado iraniano não é que seja o bom policial ou mau policial, mas um completo caos e desordem", disse Parsi.

O projeto de lei também nega mais a Irão o acesso a reservas de moeda estrangeira, e tem como alvo os esforços iranianos para contornar as sanções internacionais contra o seu negócio de transporte.

Reuters

Missão da ONU dá ultimato aos rebeldes na Republica Democrática do Congo

Missão da ONU estabelece zona de segurança no leste da RDC- Congo, e dá aos rebeldes 48 horas de ultimato


Soldados da Tanzânia das forças especiais, parte da MONUSCO, em Sake, Kivu do Norte (julho de 2013).Foto: MONUSCO / Sylvain Liechti

A missão de paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo (RDC), anunciou hoje que, pela primeira vez, usará a sua brigada de intervenção e vai impor uma zona de segurança ao redor da cidade ponto de inflamação de Goma, no leste da o país, dando rebeldes de 48 horas para desarmar.

Um comunicado emitido pela missão diz que todos os indivíduos na área da província de Kivu do Norte, que inclui Goma e Sake que não são membros das forças de segurança nacionais serão dadas 48 horas a partir de 16:00 (horário de Goma) para entregar suas armas para a MONUSCO base e participar do processo de DDR / RR (desarmamento, desmobilização, repatriamento, reintegração e reinstalação).

"Depois de quatro horas na quinta-feira, 1, Agosto serão considerados uma ameaça iminente de violência física para os civis e MONUSCO tomará todas as medidas necessárias para desarmá-los, inclusive o uso da força de acordo com o seu mandato e as regras de engajamento", a declaração diz.

Mais de um milhão de civis vivem na área relativamente pequena de Goma e Sake, e ao longo da estrada que conecta-los, onde, entre outros, os campos de Mugunga, lar temporário para cerca de 70 mil pessoas deslocadas pelo conflito, estão situados.

De acordo com a MONUSCO, desde meados de maio, a área tem visto repetidos ataques contra M23 (FARDC) posições das tropas nacionais em uma aparente tentativa de avançar em Goma e Sake. "Nestes ataques, a última das quais teve início em 14 de julho, o M23 tem usado indiscriminada e fogo indireto, inclusive por armas pesadas, resultando em mortes de civis, a Missão diz, acrescentando que M23 também tem como alvo as instalações da ONU.

"A zona de segurança vai empurrar essas ameaças fogo indireto fora do alcance de Goma [e] pode ser ampliado e repetido em outros lugares, onde é necessário", diz o comunicado.

O prazo segue a chegada em Goma de MONUSCO Comandante da Força, o tenente-general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que anunciou que a missão será apoiar as forças armadas congolesas (FARDC) para estabelecer uma zona de segurança ao redor da área de Goma e seus subúrbios do norte .

"Parabenizo o FARDC em suas ações nas últimas semanas", disse o comandante da força. “ "No entanto, Goma e Sake continuam muito vulneráveis ​​e precisamos ter certeza de que elementos negativos não continuar a representar um risco para os civis nesta área."

Durante o ano passado, o M23, juntamente com outros grupos armados, entrou em conflito várias vezes com o FARDC no leste da RDC, com os rebeldes que ocupam momentaneamente Goma em novembro de 2012. A luta, que entrou em erupção novamente nos últimos dias, desta vez arrastando em um grupo de rebeldes baseados em Uganda, deslocou mais de 100.000 pessoas, agravando uma crise humanitária na região, que inclui 2,6 milhões de pessoas deslocadas internamente (IDPs) e 6,4 milhões de na necessidade de alimentos e de ajuda de emergência.

Nós continuamos a chamar todas as partes a encontrar uma solução política para o conflito atual, conforme previsto na Paz, Segurança e Cooperação Quadro para a República Democrática do Congo e na região", diz Moustapha Soumaré, Chefe da MONUSCO no comunicado. "Enquanto isso, nós faremos tudo em nosso poder para proteger os civis contra a ameaça representada por quaisquer grupos armados".

Adotada em Fevereiro por 11 líderes africanos e quatro instituições regionais e internacionais (11 +4), o documento e desde então tem sido saudado como um "quadro de esperança" na região dos Grandes Lagos.

Ártico – um território de descobertas


Dez viajantes russos partiram para uma única viagem marítima pela Rota Marítima do Norte. No âmbito do projeto "Ártico – um território de descobertas", eles irão partir em barcos de madeira do porto de Tiksi, na Yacútia, para Anadyr, na península de Chukotka, repetindo o lendário caminho percorrido pelo navegador russo Semion Dejniov. Em 1648, durante a sua viagem, Dejniov descobriu o estreito de Bering que separa a Ásia da América.

Nas várias semanas da viagem, os navegadores terão de percorrer quatro mil quilômetros pelos severos, mesmo no verão, mares do Ártico. Eles irão atravessar o mar de Laptev, os mares da Sibéria Oriental e de Chukotka, irão dobrar o cabo Dejniov e atravessar todo o estreito de Bering até Anadyr. A originalidade desta travessia está em que, desde Semion Dejniov, mais ninguém viajou por este percurso em barcos de madeira.

Para esta expedição foram construídos de propósito, pelos planos antigos, dois navios: o Svyatitel Nikolai (São Nicolau) e o Apostol Andrei (Apóstolo André). Se trata de cópias de cogs dos mares do norte que eram navios de madeira à vela. Nesse tipo de navios, os exploradores russos realizavam seus descobrimentos marítimos dos séculos XVI-XVII, alargando as fronteiras da Rússia.

As cópias modernas estão equipadas com motores e sistemas de navegação. No entanto, não se pode considerar uma travessia pelo Oceano Glacial Ártico em pequenos navios de madeira, mesmo com os equipamentos mais modernos, como um passeio tranquilo. Devido ao vento forte, a uma tempestade e aos gelos flutuantes, o início da expedição teve de ser adiado por vários dias devido a condições meteorológicas adversas, explicou à Voz da Rússia Alexei Volovoi, piloto do Svyatitel Nikolai:

"Neste momento, nós encontramo-nos perto da costa leste do golfo de Buor-Khai. É muito perto de Tiksi. Infelizmente, a situação difícil dos gelos flutuantes não nos deixa passar o golfo Yansky, precisamente neste momento estamos a tentar atravessar mais um campo de gelos. Ainda temos muito caminho pela frente até ao cabo Dejniov e depois até Anadyr. Por enquanto o problema mais complexo são os gelos flutuantes, há muito gelo compacto. Contudo, temos um vento favorável e até agora não tivemos ondulação forte".

A travessia de Tiksi para a Chukotka é a etapa final, e a mais difícil, da expedição "Ártico – um território de descobertas". Este é um projeto conjunto do governo da Tchukotka e da Sociedade Russa de Geografia. Ele teve início em março de 2011, em Petrozavodsk, onde foram construídos os cogs. Os viajantes já percorreram cerca de sete mil quilômetros pelo lago de Onega, canal Volga-Báltico, rio Duína do Norte, mar Branco e rio Lena.

Este ano se comemoram os 365 anos desde que Semion Dejniov atingiu o estreito de Bering entre a Chukotka e o Alasca. "Nós decidimos recordar esse acontecimento a todo o mundo", diz a chefe do Comitê do Esporte e Turismo do Distrito Autônomo da Tchukotka e inspiradora deste projeto, Irina Ryabukhina:

"Este foi um acontecimento marcante para a Rússia e para todo o mundo. Mas nós pensamos que o nome desse homem e de seus companheiros foi algo esquecido. Nós pretendemos dar a essa descoberta um novo impulso e atrair algum interesse. Nomes como Dejniov, Khabarov, Popov foram esquecidos por muitos. Gostaríamos de realizar um projeto que pudesse abalar a nossa comunidade turística e então decidimos repetir essa expedição".

A chegada da expedição está planejada para setembro deste ano. Nessa altura, em Anadyr, irão ter lugar cerimônias comemorativas dedicadas a Semion Dejniov e a sua grande descoberta geográfica.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/

Laboratório russo escolhe o Brasil para primeiro investimento mundial



O laboratório russo Biocad Biopharmaceutical Company vai construir uma unidade no Brasil para produção de medicamentos biológicos, no que será seu primeiro investimento no exterior. O futuro negócio, estimado inicialmente em US$ 40 milhões, com recursos também injetados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ocorrerá em paralelo e independentemente de parceria recente firmada com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para a transferência de tecnologia de um anticancerígeno.

A empresa de biotecnologia sediada em Moscou, e com unidade produtiva também em São Petesburgo, atualmente apenas exporta para alguns países do Leste Europeu e da Ásia. A filial brasileira produzirá os mesmos medicamentos monoclonais, desenvolvidos a partir de moléculas e com tecnologia de ponta, conforme estará sendo apresentado ao mercado farmacêutico no 4º Fórum Brasileiro de Biossimilares, São Paulo, nestes 01 e 02 de agosto. Evento que o Biocad é um dos patrocinadores.

O Paraná é um forte candidato a sediar a futura unidade brasileira, embora a empresa esteja analisando outras opções. A direção do laboratório no Brasil prefere aguardar mais um pouco para anunciar oficialmente. “Da mesma maneira que estamos aguardando a análise do BNDES ao nosso projeto para definirmos o início das obras, também estamos concluindo os estudos sobre o local exato do investimento, mas sem dúvida o estado do Paraná é o mais cotado”, informa o CEO da Biocad Brazil, David Zylbergeld Neto.

"A decisão de entrar no Brasil tem relação com o desejo do Biocad de se tornar uma empresa global e não poderia ficar de fora do mercado nacional, importante diante de uma crescente demanda e também por conta de importantes lacunas na oferta produzida localmente", complementa Zylbergeld.

Certamente não será nenhum problema o aval do BNDES, na medida em que o País necessita de novos investimentos e, mais ainda, em um setor estratégico no qual mais concorrentes significam custos menores aos consumidores finais. O acordo de cooperação com o Tecpar para a produção do bevacizumabe, com a chancela do Ministério da Saúde – já anunciado pela Voz da Rússia em Laboratório russo vai produzir anticancerígeno em parceria no Brasil - é outro componente de peso na decisão favorável da instituição.

O laboratório já prevê que seu braço brasileiro contará, numa primeira fase, com 200 funcionários, para a produção dos inovadores monoclonais trastuzumabe, rituximabe e interferon peguilado. Os dois primeiros são princípios ativos anticancerígenos e também contra artrite reumatóide, enquanto o terceiro combate a hepatite tipo C, cujos concorrentes atualmente no mercado são sintetizados quimicamente.

Praticamente o único laboratório da Rússia com presença no exterior, em um mercado internacional de medicamentos marcado pelos grandes conglomerados europeus e americanos, o Biocad Biopharmaceutical domina todo o ciclo produtivo de anticorpos monoclonais. "Além das pesquisas que resultaram nos produtos, o processo produtivo da companhia é outro diferencial importante", complementa o farmacêutico da Biocad Brazil, Igor Linhares de Castro, lembrando que a tecnologia será aplicada tanto na futura unidade brasileira quanto será transferida para o Tecpar.

Esse processo é conhecido por "sistemas de uso único", nos quais nas diversas etapas de produção dos medicamentos "biológicos originais ou similares" usam-se materiais descartáveis. Considerado mundialmente inovador, o sistema, além de customizar os prazos e recursos financeiros produtivos, oferece a vantagem de praticamente eliminar as possibilidades de contaminação dos recipientes de uso comuns na fabricação dos vários produtos medicamentosos.

Além das drogas já comercializadas atualmente, a empresa, com 650 funcionários – 110 técnicos e cientistas - conta em seu portfólio com 14 novas moléculas em pesquisa e desenvolvimento.

Genebra 2 deverá ajudar a libertar Síria de Al-Qaeda


Na foto: Ministério das Relações Exteriores russo
© Voz da Rússia

A Rússia condena energicamente os ataques dos radicais sírios à população civil curda, declarou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Moscou procurará que as autoridades sírias e todos os grupos oposicionistas assumam, na Conferência Internacional sobre a Síria, Genebra 2, os compromissos gerais de liquidar ou expulsar da Síria todas as organizações terroristas e extremistas ligadas a Al-Qaeda.

Antes, informou-se que os grupos terroristas ligados a Al-Qaeda haviam capturado cerca de 200 habitantes de aldeias curdas na Província de Alepo como reféns.

Aviação da OTAN ataca por engano seus aliados




Um helicóptero de combate das forças da OTAN no Afeganistão atacou por engano as posições do Exército afegão na província oriental de Nangarhar, provocando quatro militares mortos.

Pouco antes do incidente, um representante do comando afegão na região solicitou à OTAN uma assistência aérea depois que os homens armados tinham atacado um posto de bloqueio. Posteriormente, as forças da OTAN atacaram precisamente este posto de bloqueio.

Representantes da Força Internacional de Assistência para segurança no Afeganistão (ISAF), liderada pela OTAN, estão investigando o incidente.

Coca-Cola 2013 new comercial


Já está mais que provado que a coca-cola é um veneno e um químico poderoso, disfarçado através do sabor e poder refrescante da bebida e principalmente, através da publicidade que assume, no caso da coca-cola, proporções gigantescas, debatendo ombro a ombro com qualquer outra industria de topo do mundo ocidental. 

Apesar dessa clareza, há muitas pessoas que continuam a achar que essa bebida é inofensiva, segura e saudável, que até a crianças de idade pré-escolar  já bebem com regularidade.

Gostaria de, apesar de já ter colocado aqui, um artigo sobre a capacidade química destrutiva da coca-cola no aparelho neuro-químico humano, através de compostos como por exemplo o aspartame e o acessulfame, mostrar um vídeo que explica de forma clara, mostra quais os reais efeitos dessa mistura. Dizem ser sido descoberta casualmente, mas tem mostrado ter, desde compostos quimicamente muito complexos, até misturas que são capazes de nos drenar todo o cálcio do corpo.




Todos nós temos à nossa disposição formas de confirmar esses pressupostos , através da internet e de livros, falando abertamente com o seu médico ou ainda fazendo experiências. No caso  de uma pessoa que consome regularmente esse tipo de misturas, basta fazer análises ao açúcar no sangue (diabetes), ao nível de cálcio no corpo e a alguns outros nutrientes essenciais. Depois de registados esses dados, abdique da coca cola durante 1 mês e confirme, com uma nova análise similar à primeira, comparando os dados.


A industria consegue, através de processos de manipulação, esconder essa realidade, mas mais do que isso, transformar, através da especulação sobre a sua receita e de milhões em publicidades, esse veneno numa das marcas mais vendidas em todo e mundo.

Não obstante essa sinistralidade, existe uma pretensão para mensagens subliminares, não só no produto mas também nas acções publicitárias, como alias, anteriormente neste fórum foi exibido. 

Deixo-vos com uma das mais novas dessas mensagens, e neste caso peculiar, com uma mensagem, um tanto ou quanto, clara para a maior parte de nos, quanto ao seu sentido. Começando pelas câmaras de vigilância, que tem sido referenciadas como meio de espionar massas e já contestadas em muitas cidades no mundo, passando por irónicas imagens captadas por essas mesmas ferramentas, mostrando aquilo que, exemplos de empresas como a coca cola ajudou a produzir na nossa sociedade, num sentido jocoso e positivo. 

O golpe final é dado, quando na última cenas, duas pessoas retiram de uma máquina automática uma coca-cola e começam a beber. Para mim, claramente essa cena segue a ideia das outras anteriores nessa publicidade, mostrando uma acção A com um efeito visivelmente inofensivo, mas que na realidade, fora dessa cena, o seu é real efeito correspondente é maligno ou a sua consequência/desfecho na realidade nunca é positivo.






Video @ youtube